Deus Conosco

 Deus Conosco

1. Introdução
  "Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamarão seu nome Emanuel(que quer dizer: Deus conosco)." (Is 7:14Mt 1:23).
    "E Me farão um santuário, e habitarei no meio deles" (Êx 25:8), e habitou no santuário, no meio de Seu povo. Durante toda a fatigante peregrinação deles no deserto, o símbolo de Sua presença os acompanhou. Assim Cristo estabeleceu Seu tabernáculo no meio de nosso acampamento humano. Estendeu Sua tenda ao lado da dos homens, para que pudesse viver entre nós, e tornar-nos familiares com Seu caráter e vida divinos. "O Verbo Se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a Sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade" (Jo 1:14). Pois em toda doutrina de graça, toda promessa de alegria, todo ato de amor, toda atração divina apresentada na vida do Salvador na Terra, vemos "Deus conosco" (Desejado de Todas as Nações - Deus Conosco).
   "O Espírito do Senhor está sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os contritos de coração. A proclamar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. E, cerrando o livro, e tornando-o a dar ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos" (Lucas 4:18-21).
2. Deus Conosco
    "Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei" (Gl 4:4).
    “Mas Eu tenho maior testemunho que o de João; porque as obras que o Pai Me confiou para que Eu as realizasse, essas que Eu faço testemunham a Meu respeito de que o Pai Me enviou” (Jo 5:36). “As obras que Eu faço em nome do Meu Pai dão testemunho de Mim” (Jo 10:25).
    O brilho do "conhecimento da glória de Deus" vê-se "na face de Jesus Cristo". Desde os dias da eternidade o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai; era "a imagem de Deus", a imagem de Sua grandeza e majestade, "o resplendor de Sua glória". Foi para manifestar essa glória que Ele veio ao mundo. Veio à Terra entenebrecida pelo pecado, para revelar a luz do amor de Deus, para ser "Deus conosco". Portanto, a Seu respeito foi profetizado: "Será o Seu nome Emanuel." Isa. 7:14.
    Vindo habitar conosco, Jesus devia revelar Deus tanto aos homens como aos anjos. Ele era a Palavra de Deus - o pensamento de Deus tornado audível.
    Volvendo-nos, porém, de todas as representações secundárias, contemplamos Deus em Cristo. Olhando para Jesus, vemos que a glória de nosso Deus é dar. "Nada faço por Mim mesmo" (João 8:28), disse Cristo; "o Pai, que vive, Me enviou, e Eu vivo pelo Pai." João 6:57 "Eu não busco a Minha glória" (João 8:50), mas "a dAquele que Me enviou" João 7:18. Manifesta-se nestas palavras o grande princípio que é a lei da vida para o Universo. Todas as coisas Cristo recebeu de Deus, mas recebeu-as para dar. Assim nas cortes celestes, em Seu ministério por todos os seres criados: através do amado Filho, flui para todos a vida do Pai; por meio do Filho ela volve em louvor e jubiloso serviço, uma onda de amor, à grande Fonte de tudo. E assim, através de Cristo, completa-se o circuito da beneficência, representando o caráter do grande Doador, a lei da vida (Desejado de Todas as Nações - Deus Conosco).
  Cerca de dois mil anos atrás, ouviu-se no Céu uma voz de misteriosa significação, saída do trono de Deus: "Eis aqui venho." "Sacrifício e oferta não quiseste, mas corpo Me preparaste. ... Eis aqui venho (no rolo do livro está escrito de Mim), para fazer, ó Deus, a Tua vontade" (Hb 10:5-7). Nestas palavras anuncia-se o cumprimento do desígnio que estivera oculto desde tempos eternos. Cristo estava prestes a visitar nosso mundo, e a encarnar. Diz Ele: "Corpo Me preparaste." Houvesse aparecido com a glória que possuía com o Pai antes que o mundo existisse, e não teríamos podido resistir à luz de Sua presença. Para que a pudéssemos contemplar e não ser destruídos, a manifestação de Sua glória foi velada. Sua divindade ocultou-se na humanidade - a glória invisível na visível forma humana (Desejado de Todas as Nações - Deus Conosco).
    Cristo devia vir no "corpo abatido" (Fl 3:21), "semelhante aos homens". Aos olhos do mundo, não possuía beleza para que O desejassem; e não obstante era o encarnado Deus, a luz do Céu na Terra. Sua glória estava encoberta, Sua grandeza e majestade ocultas, para que pudesse atrair a Si os tentados e sofredores (Desejado de Todas as Nações - Deus Conosco).
    "Um Menino nos nasceu, um Filho se nos deu; e o principado está sobre os Seus ombros." Deus adotou a natureza humana na pessoa de Seu Filho, levando a mesma ao mais alto Céu. É o "Filho do homem", que partilha do trono do Universo. É o "Filho do homem", cujo nome será "Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz" (Is 9:6). O EU SOU é o Árbitro entre Deus e a humanidade, pondo a mão sobre ambos. Aquele que é "santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores" (Hb 7:26), "não Se envergonha de nos chamar irmãos" (Hb 2:11). Em Cristo se acham ligadas a família da Terra e a do Céu. Cristo glorificado é nosso irmão. O Céu Se acha abrigado na humanidade, e esta envolvida no seio do Infinito Amor (Desejado de Todas as Nações - Deus Conosco).
3. O Povo Escolhido
    Por mais de mil anos aguardara o povo judeu a vinda do Salvador. Nesse acontecimento fundamentara suas mais gloriosas esperanças. No cântico e na profecia, no ritual do templo e nas orações domésticas, haviam envolvido o Seu nome. Entretanto, por ocasião de Sua vinda, não O conheceram. O Bem-Amado do Céu foi para eles "como raiz duma terra seca"; não tinha "parecer nem formosura" (Is 53:2) e não Lhe viam beleza nenhuma para que O desejassem. "Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam" (Jo 1:11).Todavia Deus escolhera a Israel. Ele o chamara para conservar entre os homens o conhecimento de Sua lei, e dos símbolos e profecias que apontavam ao Salvador. Desejava que fosse como fonte de salvação para o mundo. O que Abraão fora na terra de sua peregrinação, o que fora José no Egito e Daniel nas cortes de Babilônia, devia ser o povo hebreu entre as nações. Cumpria-lhe revelar Deus aos homens (Desejado de Todas as Nações - O Povo Escolhido).
    Na vocação de Abraão, Deus dissera: "Abençoar-te-ei, ... e tu serás uma bênção ... e em ti serão benditas todas as famílias da Terra" (Gn 12:2-3). O mesmo ensino foi repetido pelos profetas. [...] A respeito do templo de Jerusalém, o Senhor declarou por intermédio de Isaías: "Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos" (Is 56:7).
a) Qual seria o resultado da fidelidade do povo escolhido?
    Houvessem os filhos de Israel sido leais ao Senhor, e Ele teria podido cumprir Seu desígnio, honrando-os e exaltando-os. Houvessem andado nos caminhos da obediência, e tê-los-ia exaltado "sobre todas as nações que fez, para louvor, e para fama, e para glória" (Dt 26:19). "Todos os povos da Terra verão que és chamado pelo nome do Senhor", disse Moisés; "e terão temor de ti" (Dt 28:10) "Os povos ... ouvindo todos estes preceitos" dirão: "Eis um povo sábio e inteligente, uma nação grande" (Dt 4:6). Devido a sua infidelidade, porém, o desígnio de Deus só pôde ser executado através de contínua adversidade e humilhação Desejado de Todas as Nações - O Povo Escolhido).
b) O que impediu o povo escolhido para reconhecer e receber Cristo, como o Messias?
    Mas os israelitas fixaram suas esperanças em mundanas grandezas. Desde o tempo de sua entrada na terra de Canaã, apartaram-se dos mandamentos de Deus e seguiram os caminhos dos gentios. Era em vão que Deus enviava advertências por Seus profetas. Em vão sofriam eles o castigo da opressão gentílica. Toda reforma era seguida de mais profunda apostasia (Desejado de Todas as Nações - O Povo Escolhido).
    À medida que se apartavam de Deus, os judeus perderam de vista em grande parte os ensinos do serviço ritual. Esse serviço fora instituído pelo próprio Cristo. Era, em cada uma de suas partes, um símbolo dEle; e mostrara-se cheio de vitalidade e beleza espiritual. Mas os judeus perderam a vida espiritual de suas cerimônias, apegando-se às formas mortas. Confiavam nos sacrifícios e ordenanças em si mesmos, em lugar de descansar nAquele a quem apontavam. A fim de suprir o que haviam perdido, os sacerdotes e rabis multiplicavam exigências por sua conta; e quanto mais rígidos se tornavam, menos manifestavam o amor de Deus. Mediam sua santidade pela multidão de cerimônias, ao passo que tinham o coração cheio de orgulho e hipocrisia Desejado de Todas as Nações - O Povo Escolhido).
   Com todas as suas minuciosas e enfadonhas imposições, era impossível guardar a lei. Os que desejavam servir a Deus, e procuravam observar os preceitos dos rabinos, arrastavam um pesado fardo. Não podiam encontrar sossego das acusações de uma consciência turbada. Assim operava Satanás para desanimar o povo, rebaixar sua concepção do caráter de Deus, e levar ao desprezo a fé de Israel. Esperava estabelecer a pretensão que manifestara quando de sua rebelião no Céu - que as reivindicações de Deus eram injustas, e não podiam ser obedecidas. Mesmo Israel, declara ele, não guardava a lei Desejado de Todas as Nações - O Povo Escolhido).
    Ao passo que os israelitas desejavam o advento do Messias, não tinham um reto conceito da missão que Ele vinha desempenhar. Não buscavam redenção do pecado, mas libertação dos romanos. Olhavam o Messias por vir como um conquistador, para quebrar a força do que os oprimia, e exaltar Israel ao domínio universal. Assim estava preparado o caminho para rejeitarem o Salvador  (Desejado de Todas as Nações - O Povo Escolhido).
    Ao tempo do nascimento de Cristo, a nação estava irritada sob o governo de seus dominadores estrangeiros, e atormentada por lutas internas. [...] A ganância e a violência, a desconfiança e apatia espiritual estavam corroendo o próprio âmago da nação. O ódio dos romanos, bem como o orgulho nacional e espiritual, levaram os judeus a apegar-se ainda rigorosamente a suas formas de culto. [...] O povo, em seu estado de trevas e opressão, e os príncipes, sedentos de poder, ansiavam a vinda dAquele que havia de vencer seus inimigos e restaurar o reino a Israel. Eles tinham estudado as profecias, mas sem percepção espiritual. Esqueciam, portanto, os textos que apontavam à humilhação do primeiro advento de Cristo, e aplicavam mal os que falavam da glória do segundo. O orgulho lhes obscurecia a visão. Interpretavam a profecia segundo seus desejos egoístas (Desejado de Todas as Nações - O Povo Escolhido).
4. Cumprindo as profecias do Antigo Testamento
    Algumas profecias nas Escrituras cumpridas com precisão e que revelam claramente Jesus como o Messias prometido (Bíblia do Ancião. Estudos Bíblicos preparados pelo Pr Mark Finley).
a) Miquéias 5:2 - Nasceria em Belém (Lc 2:4 e 7).
b) Isaías 7:14 - Nascimento virginal (Is 7:14).
c) Gênesis 49:8-10 - A ascendência de Jesus através de Judá (Lc 1:30-32).
d) Números 24:17 - Uma estrela se levantaria de Judá (Mt 26:47-50).
e) Isaías 61:1-3 - Previsto o ministério do Messias (Lc 4:16-21).
f) Salmo 55:12-13 - Seria traído por um amigo (Mt 26:47-50).
g) Zacarias 11:12-13 - Seria vendido por 30 moedas de prata (Mt 27:3-9).
h) Isaías 53:3-9 - Seria desprezado, rejeitado, levado como um cordeiro ao matadouro e sepultado em um tumulo de um homem rico (Jo 1:29; At 8:32-35; Mt 27:57-60).
i) Salmo 22:16 - As mãos e os pés de Jesus seriam perfurados. Não seria apedrejado (Lc 23:33; 24:39).
j) Salmo 22:18 - Suas vestes seriam repartidas, e sobre Sua roupa lançariam sortes (Mt 27:35).
k) Salmo 22:1 - As últimas palavras de Jesus: "Meu Deus, Meu Deus, por que Me desamparastes?" (Mt 27:46).
l) Salmo 34:20 - Nem um osso seria quebrado (Jo 19:36).
m) Gênesis 3:15 - Venceria o inimigo na cruz (Jo 12:32-34; Lc 23:44-46).
m) Salmo 16:10 - Ele ressuscitaria dentre os mortos (Mt 28:1-10; Mc 16:1-8; Jo 20:1-10; Lc 24:1-12). 
4.1 Protoevangelho (primeira profecia messiânica)
    “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” Gênesis 3:15
a) Porei inimizade - Juízo sobre a "antiga serpente", o diabo. Este juízo é expresso em linguagem profética, como predição da vinda do Libertador. O texto também enfatiza que há uma inimizade mortal entre a serpente e o homem, onde quer que se encontrem (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, Gênesis a Deuteronômio).
b) Entre a tua descendência e o seu descendente - Faz-se referência ao conflito milenar entre a "descendência" ou seguidores de Satanás (Jo 8:44; At 13:10; 1Jo 3:10) e o descendente da mulher (igreja). O Senhor Jesus Cristo é "O descendente" (Ap 12:1-5; Gl 3:16,19). Ele veio também para "destruir as obras do diabo (Hb 2:14; 1Jo 3:8). (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, Gênesis a Deuteronômio).
c) Este te ferirá a cabeça - "Ferir", shuf. Esta palavra significa "esmagar" ou "ficar a espreita para atacar." É evidente de que esmagar a cabeça é bem mais grave do que ferir o calcanhar. É importante notar que, embora a inimizade predita seja entre o descendente da mulher e a descendência da serpente, é a cabeça da serpente que deveria ser esmagada, não sua descendência. Em retaliação, a serpente conseguiria apenas ferir o calcanhar do descendente da mulher (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, Gênesis a Deuteronômio).
    O "descendente" está no singular, indicando, que um único individuo faria isso. Essas observações mostram claramente que nesse pronunciamento está condensado o relato do grande conflito entre Cristo e Satanás, uma batalha que começou no Céu (Ap 12:7-9), continuou na Terra, onde Cristo novamente o derrotou (Hb 2:14), e que terminará finalmente com a destruição de Satanás no fim do milênio (Ap 20:10). Cristo não saiu ileso dessa batalha. As marcas dos cravos em Suas mãos e pés e a cicatriz em Seu lado serão eternas lembranças da feroz luta na qual a serpente feriu o descendente da mulher (Jo 20:25; Zc 13:6); (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, Gênesis a Deuteronômio).
5. Solução plena e suficiente de Deus para o problema do pecado
    Quão bondoso foi Deus! A justiça divina exigia que o pecado recebesse a penalidade, mas a misericórdia divina já havia encontrado uma forma de redimir a raça humana caída; pelo sacrifício voluntário do Filho de Deus (1Pe 1:19,20; Ef 3:11; 2Tm 1:9; Ap 13:8). Deus instituiu o ritual de sacrifícios a fim de proporcionar ao homem um auxilio visual para que compreendesse o preço a ser pago para se fazer expiação pelo pecado. O inocente cordeiro teve de dar seu sangue vital pelo do homem, e sua pele cobriu a nudez do pecador. Assim, o Filho do homem poderia sempre se lembrar de que o Filho de Deus teria de dar Sua vida para expiar a transgressão e que Sua justiça, unicamente seria suficiente para cobri-lo (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, Gênesis a Deuteronômio).
    O plano da salvação foi revelado ao homem e a mulher e que o pecado não duraria para sempre, que nasceria o descendente da mulher e de que o domínio perdido seria recuperado. Do principio ao fim, o evangelho da salvação é o tema central da Bíblia (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, Gênesis a Deuteronômio).
6. Conclusão
    Repetidas vezes todas as coisas que Jesus disse e fez, e que revelaram que o Messias (hamashiach), o Cristo, havia chegado a Israel. E Ele veio, de fato, como um deles, um judeu nascido em Belém, como as Escrituras haviam predito.
   “O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por meio Dele, mas o mundo não O conheceu” (Jo 1:10). "O Verbo se fez carne e habitou entre nós" (Jo 1:14).
   Ele estava no mundo, o mundo foi feito por meio Dele, e ainda assim o mundo não O conheceu? Essa é uma afirmação surpreendente. E, como podemos ver em João e nos outros evangelhos, muitas pessoas não O reconheceram, embora devessem tê-lo feito, especialmente por causa de todas as coisas que Jesus fez e disse. E deveriam reconhecê-Lo ainda mais pelo fato de que as Escrituras do AT apontavam para Ele.
   Os sinais e milagres realizados por Jesus serviram como testemunhas poderosas de Sua verdadeira identidade. Eles revelavam o cumprimento das profecias do Antigo Testamento a respeito do Messias prometido. No entanto, apesar desses sinais claros e do cumprimento profético, muitos não O reconheceram (Jo 1:10). Isso mostra que, mesmo com tantas evidências, o coração endurecido de muitos impediu o reconhecimento de Jesus como Salvador.
Referências Bibliográficas
2. Bíblia do Ancião. Estudos Bíblicos Preparados pelo Pastor Mark Finley.
3. Espírito de Profecia: Desejado de Todas as Nações - Deus ConoscoO Povo Escolhido
4. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia - Gênesis a Deuteronômio.